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Artigos Técnicos

O crescimento populacional, a industrialização, o aumento da produção, a urbanização acelerada, a poluição, todas essas ações humanas levam à geração de resíduos. Para que seja possível minimizar o impacto desses resíduos, precisamos de um gerenciamento adequado para evitar o potencial contaminante que a disposição irregular causa no solo, nos mananciais hídricos, na atmosfera e nos seres vivos.
O entendimento da problemática da geração de resíduos e a busca de soluções para tal, significam muito mais do que a adoção de tecnologias, e deverá agir na origem do problema, o que exige reflexão não sobre os resíduos em si, ou no aspecto material, mas sim quanto o seu significado simbólico e seu papel na contextualização cultural, e também sobre as relações históricas estabelecidas pela sociedade com os seus rejeitos.
As mudanças de paradigmas ainda são lentas na prevenção da poluição do parque industrial brasileiro, principalmente considerando o modelo antigo de produção, onde processos mal planejados são ineficientes, elevando a carga poluidora gerada e com isso aumentando o risco de acidentes ambientais. Dessa forma são necessários altos investimentos para existência de um maior e melhor controle ambiental, gerando também altos custos de despoluição, para controlar a emissão de poluentes, o lançamento de efluentes e disposição final de resíduos perigosos.
Para elaboração de um projeto de gerenciamento de resíduos é fundamental saber detalhadamente todas as etapas envolvidas nos diversos processos, sejam eles produtivos, de manutenção, etc. No gerenciamento, a correta segregação e disposição desses resíduos facilitam e aumentam o volume possível de reciclagem, proporcionando o crescimento do mercado, agregando valor, estimulando a criação de centrais de coleta e armazenamento, cooperativas de reciclagem, além de direcionar para o desenvolvimento de outros projetos inovadores para aproveitamento de resíduos.

 

Leandro Gomes

Diretor de Meio Ambiente

Categoria: ARTIGOS TECNICOS
Publicado: Quarta, 10 Dezembro 2014 13:50

Um sistema de Gestão em Saúde e Segurança do Trabalho pode ser implementado e obter resultados satisfatórios, porém para tornar isso possível é necessário que alguns programas obrigatórios pela legislação vigente sejam acompanhados mais de perto. Entre eles podemos citar o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA).

O PPRA deve fazer parte do planejamento estratégico da empresa, ser parte integrante do conjunto amplo de iniciativas voltadas para a preservação da saúde e integridade física dos trabalhadores através da antecipação, reconhecimento, avaliação e controle das situações de riscos ambientais. Por se tratar de um programa por definição, deve ser planejado, implementado, avaliado constantemente e melhorado continuamente. 

A norma regulamentadora 09 (NR 09) define meios para que seja efetivo, entretanto, fazer apenas a revisão anual do programa não garante sua implementação, devemos fazer o acompanhamento sistemático de forma a atuar no desenvolvimento e execução das recomendações nele propostas, auxiliando a empresa nas questões relativas à gestão do PPRA. 

Para que o PPRA seja efetivo, devemos elaborá-lo de forma criteriosa para que possamos levantar todas as situações que exijam o controle sobre suas variáveis indesejáveis, eliminando os desvios que poderiam ser causadores de perdas para a empresa e seus colaboradores.

O PPRA, conforme definido na NR 9, tem como foco os riscos físicos, químicos e biológicos, deixando de fora a determinação da avaliação dos demais tipos de riscos, como por exemplo, riscos de acidentes e ergonômicos. E por isso é importante deixar bem claro que o PPRA, como já foi citado anteriormente, é parte integrante de um conjunto de iniciativas voltadas à preservação da saúde dos trabalhadores, e que de forma isolada pode não contribuir como poderia no processo de controle sobre os riscos existentes nos ambientes de trabalho.

O deficiente acompanhamento do planejamento do PPRA pelas empresas é um dos principais pontos de verificação durante ações de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego, resultando em autuações e não raro em multas trabalhistas.

 

Leandro Gomes

Diretor de Meio Ambiente

Categoria: ARTIGOS TECNICOS
Publicado: Quinta, 18 Setembro 2014 16:35
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